Três mitos comuns do QR Code desmascarados

Como gerente de produto, você pode ter se deparado com alguns equívocos comuns sobre os códigos QR. Neste blog, pretendemos desmascarar três mitos que podem impedir a conquista de novos comerciantes, consumidores e receita.

Mito 2: os códigos QR podem ser “sequestrados” ou redirecionados para um site pirata

A rigor, as informações contidas em um QR Code não podem ser alteradas facilmente, nem podem ser vinculadas a um URL diferente. Embora os sites possam ser “sequestrados”, as informações do QR Code permanecem seguras porque são imagens estáticas impressas. Além disso, a tecnologia estrutural do QR Code torna difícil para um QR Code altamente modificado ou personalizado direcionar acidentalmente o usuário para um destino indesejado. Códigos QR adulterados também são improváveis ​​de serem digitalizados. Embora a probabilidade de roubo e fraude seja menos provável com o uso de códigos QR em comparação com dinheiro e cartão de crédito, os proprietários de telefones celulares devem manter seus alfinetes de segurança protegidos, e os comerciantes devem garantir que seus códigos QR impressos não sejam adulterados.

Mito nº 3: o código QR é apenas uma moda passageira

O QR Code é, sem dúvida, uma moda passageira como ferramenta de marketing. No entanto, como um dispositivo de entrada de dados, o QR Code é uma ótima ferramenta. Os códigos QR se tornaram uma tendência promissora para o futuro dos pagamentos móveis, provando ser uma maneira conveniente de fazer pagamentos. A pesquisa mostra que os pagamentos com código QR podem substituir outras formas de pagamento móvel entre os consumidores e comerciantes da Ásia, especialmente a China. No entanto, deve-se observar que os códigos QR devem ser vistos como complementares à sua estratégia de pagamentos mais ampla, não como uma substituição. Para comerciantes de nível 1 a nível 3, é essencial que eles forneçam aos clientes formas adequadas de pagar tudo com uma única solução. Devido ao rápido crescimento da adoção de telefones celulares e à falta de infraestrutura tradicional eficiente, a África e o Sudeste Asiático estão bem posicionados para adotar os pagamentos por QR Code. Esse crescimento é mais rápido do que a taxa em que os comerciantes estão instalando terminais de pagamento dedicados. A GSMA Intelligence informa que, em 2016, havia mais de 1 bilhão de assinantes móveis na África Subsaariana e a taxa de penetração está crescendo 4,2% ao ano. As taxas de penetração de smartphones na África devem aumentar 52,9% ao ano e, em particular, as assinaturas de smartphones do sudeste asiático, como Indonésia, Mianmar e Vietnã, devem mais do que dobrar até 2021. As soluções de QR Codes exigem que os clientes tenham smartphones, mas pelas taxas de crescimento atuais, fica claro que se um provedor não agir em soluções de pagamento baseadas em smartphones (não NFC), eles serão deixados para trás por aqueles que o fazem. Com um potencial como esse, você não quer ser o último na festa!

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